• Luiza Jantsch

Quem me dera


Tão medo, como se algo fosse parar Vão medo, engole pequeno quem se preocupar Vai cedo embora da alma Perdoo o que me devora Me doo ao grande sonhar Não meço, não messias, Imersão apenas Karma sem problemas Dharma e suas parcialidades plenas Esvazia o sentir e deixa navegar Expectativas com o peso nas centenas Afundaram no mar Ninguém diria que as ondas sentem culpa Uma ondina me contou que toda lei é uma idéia E essa brisa fica séria Conforme espaço congruente E companheiros transcendentes Dando a graça na matéria Que tédio de quem quer ser Amélia Num Universo auto consciente Está esperando por ti O que cultivas com a mente

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Luiza Jantsch

Consultora em permacultura, Luiza é ativista por uma sociedade integrada ao meio ambiente, já que acredita que só assim podemos garantir a qualidade de vida das gerações futuras e promover a ternura no Agora. Realiza projetos voltados pra equanimidade e para os jovens, sempre vinculando práticas de auto conhecimento para melhorar a qualidade da troca entre o micro e o macro cosmos que nos abarca.

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