• Claudia Lundgren

Por toda a eternidade


E se como a nuvem que passa Eu me desfizesse? E se como a estrela cadente Eu descesse, E não mais brilhasse? E se como um balão de gás Eu das mãos do menino Me desgarrasse? Subisse, subisse E não mais voltasse? Ainda assim Dentro de mim estarias Dentro de mim viverias Ainda que minha vida De mim me escapasse

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Claudia Lundgren

45 anos, mora na cidade de Teresópolis, é Pedagoga, trabalha há 11 como Educadora Infantil, e cursa Pós Graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira.

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