• Adriano Guedes

Talassa


Te onomo

Talassa

Tes brilhas em las colores

Como nim fatigada de lundus.

Mas meus olhos que não são verdes

Não vêem mais teu rosto deslirio

So nom onomatopeias irritantes

Vespertinas que ardem como feridas

Cheias de pus

Pus meus olhos nos teus olhos

Nos olhos que tinha na memória

Olhos lactantes

Cheios de espaço nave- gando para o sol poente

Famigerados, famintos, famigerantes

Não me interrompas!

Não há psique!

Não há o que compreender!

Exceto essas fantasias permanentes

De se pensar, pensar, pensar...

Por isso te lhamo talassa

Pois é vasta, imanente

E eu não comprendo

Como nim fatigada de colores.

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Adriano Guedes

Pai de Thiago e Maria Clara. 44 anos. Acadêmico de Licenciatura em Letras, pelo polo Nova Friburgo da UFF/Cederj. Vencedor do Concurso Polo Poético, nas II e III Jornadas de Letras, realizados em Nova Friburgo (2015-2016). Autor do blog EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO, sobre Genealogia e História. Coordenador da Pastoral da Criança, na Diocese de Petrópolis. Estudou direito na UFF/Niterói e na FESO/Teresópolis. Foi Secretário Municipal de Trabalho e Emprego (2009) e Secretário Municipal de Planejamento e Projetos Especiais (2010-2011), em Teresópolis. Agente de Desenvolvimento Local (ADL) do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Professor de Língua Grega Antiga.

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