Poema do sentido da vida

24.03.2017

Oceamarei

O universo

Com linhas encarnadas

Que desfiarei de rosas rosas

Que usarei para compor o poema

Um poema sinfônico

Com notas dissonantes

E aplausos ao final de cada ato

Sem rimas

Mas trocarei as posições

Das vogais e consoantes

Para que ele dê o que pensar

Porque o sentido da vida,

Meu amor,

São cinco:

Visão, olfato, audição, paladar e tato.

 

 

 

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Adriano Guedes

Pai de Thiago e Maria Clara. 44 anos. Acadêmico de Licenciatura em Letras, pelo polo Nova Friburgo da UFF/Cederj. Vencedor do Concurso Polo Poético, nas II e III Jornadas de Letras, realizados em Nova Friburgo (2015-2016). Autor do blog EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO, sobre Genealogia e História. Coordenador da Pastoral da Criança, na Diocese de Petrópolis. Estudou direito na UFF/Niterói e na FESO/Teresópolis. Foi Secretário Municipal de Trabalho e Emprego (2009) e Secretário Municipal de Planejamento e Projetos Especiais (2010-2011), em Teresópolis. Agente de Desenvolvimento Local (ADL) do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Professor de Língua Grega Antiga.

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