I

Fenece

A via

A cada instante

Que tece

Tua constante

Agonia

Pois se o dia

Passa

E a noite desce

Permanece

Bastante

A alheia

E olvida

Melodia.

Ouvida na praça,

Na seara sem pressa

Da brasa da memória,

Das palavras

Que são tormentos.

Pois não tens

Palavra de brisa

Que refresca os olhos

E acende os sentidos.

Apenas

Aquela senha

Que te ascende

Ao papel de permanente

Sofrente.

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