A religião

09.06.2017

Embora, a religião tenha o papel de revisitar princípios elementares, e religar o homem a divindade, não é de agora que ela está no meio de tudo que envolve atrocidades. Parece até que a liberdade de expressão é infinitamente menor que a liberdade religiosa. Precisamos bruxalizar isso o mais rápido possível, pois a intolerância religiosa fere os direitos humanos e os princípios divinos.

 

A religião não pode ser maior que Deus. Deus é um! Logo, a religião é zero! Tudo com Deus ganha valor! Porém, tudo sem Ele perde o valor! A religião está muitas vezes sem Ele.

 

Mortes em nome de Deus! Mas, eu pergunto: De que Deus? Ah! Só se for do deus que um homem tenta ser! Sei de uma coisa: Amor amore compensatur. — Amor com amor se paga. E sobre a religião, tem outras coisas relacionadas, entre as quais está a intolerância religiosa.

 

A intolerância religiosa é a voz de um povo, de um povo que não é de Deus. Povo que dá gritos agudos e chatos por um feixe de alienação aos frutos de paz e uma sensação de cultura alienígena pela desembocadura religiosa. Por isso, digo: A minha religião é Cristo!

 

Eu posso dizer que há outra coisa que também me incomoda na religião: A ditadura religiosa! As tradições da caixa de fósforo da religião anulam o equilíbrio espiritual e desmerecem a essência canônica. Doutrinas de homens e factóides xucros. Cada um cria a sua lei e regra, mas a maioria esquece da bíblia.

 

Digo isto porque as verdadeiras leis e regras estão nas escrituras sagradas. Sem perceber tira-se a farinha da sacola. Please, please, leia-me: A ditadura religiosa é um lixo. E pra completar o time, eu não poderia deixar de citar a famosa frase: "Política, religião e futebol não se discutem".

 

E cá pra nós: Esse pensamento é no mínimo abrutalhado. Temos que examinar as coisas e ter a nossa própria opinião. Chegar a um acordo ou desacordo é absolutamente normal.

 

Cada um defende aquilo que acredita. Foi pelo grito dessa frase idiota que todos ficaram em silêncio. Hoje, berram contra a corrupção que não consegue mais ouvir, pois está velha e surda. Tudo se discute com bom senso e maturidade. Portanto, não se cale, mas saiba o momento certo de não falar.

 

Bem... Este texto não acaba quando termina, todavia, a minha parte é dizer com estilo e sinceridade, o que penso, então lá vai um pensamento final:

 

A religião pode até não ser a mentira mais sincera que eu conheço, mas a maioria dos religiosos são.

 

 

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 Gutemberg Correia

Formado em Teologia, letrista, poeta, escritor, cinéfilo, musicalmente chato, chocólatra assumido e viciado em livros e séries.

Autor de dois livros ("Mensagens de Deus Via Celular"-Agosto de 2015 & "1 Mês de Poemas"-Abril de 2017), pela Editora Multifoco. 

 

Uma frase o define:

Pernambucano bem-humorado que faz da vida uma arte.

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