Em busca de paz


Quero a paz A paz dos lírios brancos Balançando com o vento Se movendo Sem pender, sem cair Quero a serenidade Das águas de um lago Tão tranquilas Quase imóveis Quero a alegria Dos corações palpitantes dos apaixonados Quando se encontram e se entreolham Quero a pureza Das crianças, a amar Das crianças, a sentir Das crianças, ao confiar Ao se lançar Que riem de tudo E choram por tudo Quero o amor Das areias pelo mar Inseparáveis Quase que indivisíveis Onde terminam as areias? Não sei Onde as ondas se quebram? Indefinível Sem fronteiras As areias Tão diferentes das águas E tão perfeita união Eu quero a simplicidade De alguém que entrega uma flor arrancada de um quintal De alguém que oferece um bilhete de folha de caderno De alguém que diz palavras de amor De alguém que canta uma canção Que toque numa mão Eu quero a vida Com mais sentido Com mais carinho Com mais olhares Com mais amigos Com mais sorrisos Eu quero viver - viver a sonhar Eu quero amar - e amado ser Eu quero ir - e não mais voltar Andar pelos campos Em busca de paz Como um lírio branco Que com o vento suave se balança Sem jamais ao chão pender Sem nenhuma de suas pétalas cair Nem a chuva fazer Sua beleza perder.

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Claudia Lundgren

45 anos, mora na cidade de Teresópolis, é Pedagoga, trabalha há 11 como Educadora Infantil, e cursa Pós Graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira.

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