Formação de uma geração com "policiofobia"


Três décadas de professores formados por ideias libertárias de autores como Paulo Freire, que apesar de um grande educador, incentivou a má interpretação do que seria uma pedagogia democrática, transformando a sala de aula em um espaço de anarquia e desrespeito com o docente. Inúmeros casos de violência em salas e corredores de escolas públicas e particulares trazem a tona o debate a cerca do que se tornou o ensino no Brasil.

A ideia revanchista de professores alinhados ideologicamente com um extremismo marxista, incentivando crianças em processo de formação de ensino e aprendizagem(Piaget) , não contribui para uma construção sadia de diversidade. A ausência de autores liberais economicamente, bem como de educadores formalistas produziu um campo para arbitrariedades e descaso para com a formação necessária para o mercado de trabalho e convívio social.

A sala de aula deve ser um campo democrático do saber, não possui como atributo pedagógico a doutrinação ideológica, tampouco o incentivo a filiação partidária de qualquer cunho como vimos nas ocupações recentes capitaneadas por políticos e filiados com propósitos políticos bem claros.

Tenho profundo medo, e friso, medo mesmo, do que poderá ser a escola no futuro, um gigante DCE ou um espaço de ensino?

Voltando ao tema central deste texto, existe dentro desta construção, ou utilizando o termo gramscista , desconstrução, da visão do adolescente em relação ao policial. Se ensinam que a instituição Polícia é um corpo de repressores e fascistas, formaremos jornalistas, médicos, juízes, professores com verdadeiro ódio ao agente policial. A bem da verdade, esta realidade já existe há alguns anos, e sobe uma ladeira com a velocidade da luz.

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JAN VAN CREVELD CARVALHO MONTEIRO

Especialista em Segurança Pública pela UFF - INeac, pós graduado em ciências sociais e policial há 14 anos, atualmente no posto de Capitão.

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