O porquê da violência brasileira...

08.03.2018

 

 

De acordo com os índices de avaliação de sistemas educacionais no mundo, o ensino brasileiro, pautado há três gerações de docentes, na ideia de construtivismo, onde o conhecimento é relativizado, o método científico desprezado, e o foco são questões ideológicas, de tendência socialista, doutrinando e desfazendo conceitos civilizatórios, chegamos no grande número de analfabetos funcionais relativizadores do que é moral. Uma geração mais que imoral, amoral....


Se preocupam com liberdade de imprensa no país com uma das menores taxas de liberdade para empreender. Empreender, sobretudo, no contexto do mais humilde trabalhador. A combinação de plutocracia renovada de estampa socialista, criou o fundo deste poço que estamos.


A desconstrução e relativização do que é certo E errado, tem profundas raízes no pensamento de Marcuse e de grancistas, e no Brasil, junto ao já pesado estado desde a criação da república, conseguiram tornar o ato violento, o crime, algo que possa ser justificado na desigualdade social que o próprio estado provocou. Ao contrário da ótica comum brasileira, a opção pelo capitalismo deve ter como foco a internalização de que ao contrário da prática marxista estatista, o valor do trabalho não está na hora trabalhada, mas sim na atribuição de valor de quem o compra. Esse país só terá mais desenvolvimento, sobretudo para as classes pobres, se existir liberdade de comércio, desde o ambulante, o padeiro até o micro empresário. Quem ganha com o estado forte são só as oligarquias que se apóiam no governo, seja de qualquer ideologia falsa que se intitula.
Já em 2000, num curso de letras numa universidade federal, notava a grande preocupação de desqualificar a gramática com o argumento da democratização da língua, uma das vertentes da falácia de Paulo Freire e outros. Hoje o cenário piorou e muito. Os bancos escolares dos cursos de direito reproduziram este discurso e temos também três ou quatro gerações de juristas com vírus socialista....Aí o resultado.

 

Sistema jurídico penal que valoriza o direito individual em detrimento do coletivo, causando a omissão legal do controle social, ferindo os pactos que fizeram do ocidente o que é hoje, ou o que era...
 

No caso brasileiro, o estado grande ainda absorveu milhares de ONGs, que de não governamental pouco têm, que vivem sob domínio financeiro dos governos , tudo em benefício da difusão e multiplicação de políticas de defesa do marginal e não do marginalizado.
 

Pobre mais pobre, menos emprego, mais bolsas...
 

A necessidade de reforma penal e educacional é urgente e deve ser pragmática e sem influência de visões ideológicas, buscar a matemática simples da dosimetria justa da pena, como um amparo para a vítima e não para quem se vitimiza com o discurso da justificação da violência pela pobreza.

 

 

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JAN VAN CREVELD CARVALHO MONTEIRO

 

Especialista em Segurança Pública pela UFF - INeac, pós graduado em ciências sociais e policial há 14 anos, atualmente no posto de Capitão.

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