suely rosset

Sou paulista, casada, e tenho dois filhos:  o mais velho é piloto comercial e dono de uma empresa de aluguel de veleiros, o mais novo estudante de engenharia estagiando no mercado financeiro. Sou formada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, mas moro no Rio de Janeiro há mais de trinta anos.  Já trabalhei em metalúrgica, estatal, joalheria, tive meu próprio negócio e atualmente não trabalho.  Há alguns anos comecei a me interessar por política e hoje esse é um dos meus temas favoritos.  Costumo ler artigos do Rodrigo Constantino, Alexandre Borges, Felipe Moura Brasil e diversos autores do Instituto Liberal.  Em relação a partido político, me identifico com o Novo e sua ênfase no indivíduo, na meritocracia, na livre iniciativa, no respeito à propriedade privada e no desejo de um Estado menor e mais eficiente.

26.03.2017

Sou do tempo em que telefone fixo custava tão caro que era considerado patrimônio, e como tal, deveria constar da declaração anual de imposto de renda. A espera por uma linha podia demorar uma eternidade, o que fez surgir um mercado paralelo. Quem tivesse pressa - e condições financeiras - pagava por um telefone...

08.02.2017

Carnaval chegando e aquela turma descolada, que vive procurando pêlo em ovo, resolveu "problematizar" - eles adoram essa palavrinha - a festa pagã. De repente me deparo com uma reportagem onde descubro que marchinhas clássicas como O Teu Cabelo não Nega, Maria Sapatão, Cabeleira do Zezé, e outras, serão abolidas...

04.02.2017

Fevereiro é o mês de volta às aulas e isso remete a duas questões bastante discutidas no ano passado. A primeira diz respeito às invasões, lembram? Pois é, qual foi mesmo o resultado prático delas?

- tumultuaram as eleições, gerando despesas aos cofres públicos;

- tumultuaram o ENEM, gerando ansiedade nos candidat...

03.02.2017

Sempre que Margareth, minha neta peluda, vem dormir aqui em casa, é uma alegria só. Bem, pelo menos até a hora de ir dormir. Colocar uma caminha pra ela no chão é pura perda de tempo. Ela passa ao lado daquilo várias vezes por dia, mas no máximo dá uma espiada rápida com ar de desdém. Quase posso ouví-la dizer "...

17.01.2017

Já fui uma pessoa medianamente consumista, mas hoje não sou mais. Houve época em que eu adorava andar pelo shopping. Minhas idas eram tão frequentes que eu chegava ponto de saber de cor o que havia em cada vitrine. Aquele mundo de luzes e cores me encantava e, sem saber se ainda era dia ou se já era noite, se ch...

14.01.2017

Eu sempre fui apaixonada por animais. Quando criança, houve uma época em que morávamos num apartamento pequeno com dois passarinhos, dois cachorros, uma tartaruga e alguns peixinhos. Naquela época era comum ganharmos pintinhos como lembrança de aniversário, e eles acabavam se juntando ao resto da família.  Isso...

08.01.2017

Me considero uma pessoa altamente privilegiada pois tenho um tesouro particular: minhas amigas de infância. Durante a adolescência essa simbiose era tão grande que comprávamos roupas iguais, viajávamos sempre juntas, e quatro de nós chegamos ao cúmulo de nos apaixonar por quatro irmãos.
 

A vida nos levou para di...

21.12.2016

Assim, me limito à retrospectiva 2016, através das cartas que escrevi e que foram publicadas pelo jornal O Globo.

10.12.2016

A tecnologia assusta. Me lembrei da minha avó, que sempre se recusou a usar batedeira elétrica. Seus bolos, deliciosos por sinal, sempre foram feitos usando um batedor manual.

07.12.2016

Às vésperas de completar 60 anos e ser oficialmente considerada idosa, percebo que algumas questões do mundo atual mexem comigo. Uma delas é sobre a identidade de gênero.

Eu sempre me achei moderna por conversar com meus filhos sobre qualquer assunto, abertamente e sem falso moralismo. Me lembro que quando eles e...

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